Um botão pode ser insignificante jogado na caixa de costura ou perdido na gaveta...mas ganha uma outra importância ao compor uma obra de arte.
Com esse pensamento, Augusto Esquivel utiliza um dos objetos mais comuns do nosso cotidiano – o botão – para fazer suas esculturas.
Cada pequeno elemento torna-se um átomo na construção do projeto - seja uma flor, um extintor ou uma harpa. Para o piano, por exemplo, o argentino utilizou cerca de 30 mil botões de costura e trabalhou durante dois meses e meio para finalizá-lo.
A técnica de Augusto parece simples. Ele mede o objeto em tamanho real, cada uma das dimensões e, depois, traduz para sua linguagem. Abaixo está o resultado de tanto perfeccionismo.
Para saber mais sobre as obras de Augusto Esquivel acessem o link:







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